25.03.2014
14h57
De quebradas, as quebradas não tem nada! Não!
É construção, conversa, diálogo
Conclusão: tudo é diálogo, conversa, construção
Quebram-se cabeças, quebram-se ideias desmontam-se mentes. Todavia,
o caminho das novidades passa pela desconstrução que constrói.
Mas me faz pensar que nas ruínas ainda existe o que antes
era aquela construção. Parece que construímos a partir de fragmentos antigos.
Construímos tanto que destruímos as vidas ao nosso redor:
vidas sem água, sem luz, sem casa. “Vidas secas”, famintas, cheias de lama: cadê
às vidas dos mangues? É tudo lama!
Em meio as minhas divagações me vejo outro. Não sei se é
poesia ou “pop filosofia” - como diria o professor (Jomard Muniz de Brito).
Filosofema ou simplesmente ação inominada. Independente
disso se alterar, se “outrar”, ser outro é tarefa de coragem, se é tudo lama. Lembro-me
de Caetano em “Podre Poderes”- também por fala do professor:
“Queria querer cantar afinado com eles
silenciar em seu transe num êxtase
ser indecente
mas tudo é muito mal.”
é?
Será que é mal? O que é mal? Quem inventou o mal? Quero ser
outro(a)! Quero ser eu! Quero ser! Ser afinado(a) com eles, com elas, com
outros: ser eu, não narciso e não preocupado com o mal.
Rio de Janeiro, às 15h53.
Carolina Braga
Edu Castro
Jandir Jr.
Lindos lugares, lindos momentos, ilustrados por lindas palavras, as nossas...
ResponderExcluirQueridos e poetas.
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