Entonce, sabes aquela hora que você não consegue se encontrar mais
em alguns lugares, espaços que antes lhe eram tão comuns, redes de contato que
lhe davam prazer?!
Há alguns meses um amigo me pediu para
escrever um texto (acho que ele falou em crônica) com o tema "fim do
ciclo". Tínhamos-nos graduado, fechávamos um ciclo. Estávamos num emaranhado
de mudanças. Porém, não sentia.
Acredito que as mudanças nas nossas vidas
são mais sensitivas do que impositivas. Do que adianta gritar aos ventos
"sou pai", só porque seu espermatozoide fecundou um óvulo, trocando
em miúdos, só porque gozou dentro, se você não se comporta feito um pai. (antes
que um chato venha discutir o que é ser um pai e blá blá blá, vou conceituar
"se comportar feito pai" em "dar amor ao filho, e ponto, ok?!
Obrigado e de nada). A propósito, não é meu caso.
Voltando ao meu desencontro.
As mudanças nas nossas vidas não são
datadas - vou guardar a data dessa publicação pra saber que foi por esses dias,
vai ser apenas parâmetro. Em leves doses as nossas vidas vão se transformando.
O pulo do gato é perceber que algumas transformações vão se findando para dar
início a outras. Novos ambientes, novos deleites, novos olhares. Outra paisagem
compõe a fotografia do seu novo filme, ou melhor, da nova temporada da
série da sua vida.
Acho que essa coisa meio
"fresca" (nos sentidos conotativo e denotativo) tá acontecendo pelas
bandas de cá. É estranho (risos de verdade). Estou dando um tempo em algumas
atividades, mas voltarei mais em breve. Vou passar um tempinho sem escrever,
mas voltarei! Dou fé! (Só pra não prometer, em período eleitoral qualquer
promessa parece piada).
Só pra saber, tô bem! Hahaha
Vou ali tomar uma água.
[Passarei
um tempo sem escrever, mas voltarei para uma nova temporada, com
postagens menos esparsas e mais ordinárias, e, principalmente, sem
esse teor de “diário de adolescente” que a presente postagem
aqui possuiu haha]
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