domingo, 14 de setembro de 2014

Tomando uma água

Entonce, sabes aquela hora que você não consegue se encontrar mais em alguns lugares, espaços que antes lhe eram tão comuns, redes de contato que lhe davam prazer?!

Há alguns meses um amigo me pediu para escrever um texto (acho que ele falou em crônica) com o tema "fim do ciclo". Tínhamos-nos graduado, fechávamos um ciclo. Estávamos num emaranhado de mudanças. Porém, não sentia.

Acredito que as mudanças nas nossas vidas são mais sensitivas do que impositivas. Do que adianta gritar aos ventos "sou pai", só porque seu espermatozoide fecundou um óvulo, trocando em miúdos, só porque gozou dentro, se você não se comporta feito um pai. (antes que um chato venha discutir o que é ser um pai e blá blá blá, vou conceituar "se comportar feito pai" em "dar amor ao filho, e ponto, ok?! Obrigado e de nada). A propósito, não é meu caso.

Voltando ao meu desencontro.

As mudanças nas nossas vidas não são datadas - vou guardar a data dessa publicação pra saber que foi por esses dias, vai ser apenas parâmetro. Em leves doses as nossas vidas vão se transformando. O pulo do gato é perceber que algumas transformações vão se findando para dar início a outras. Novos ambientes, novos deleites, novos olhares. Outra paisagem compõe a fotografia do seu novo filme, ou melhor, da nova temporada da série da sua vida.

Acho que essa coisa meio "fresca" (nos sentidos conotativo e denotativo) tá acontecendo pelas bandas de cá. É estranho (risos de verdade). Estou dando um tempo em algumas atividades, mas voltarei mais em breve. Vou passar um tempinho sem escrever, mas voltarei! Dou fé! (Só pra não prometer, em período eleitoral qualquer promessa parece piada).

Só pra saber, tô bem! Hahaha


Vou ali tomar uma água.


[Passarei um tempo sem escrever, mas voltarei para uma nova temporada, com postagens menos esparsas e mais ordinárias, e, principalmente, sem esse teor de “diário de adolescente” que a presente postagem aqui possuiu haha]

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