sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Arthur e Bruna eram quase um – ou ainda são. (3 de 3)

Em alguns passos e estão na varanda. A intenção dele era se afastar para sua mãe não auscultar.

Talvez não fosse a intenção de Arthur, mas na varanda eles ficaram mais próximos, quase se tocam. Maior contato entre eles no ultimo mês.

- Arthur, refleti muito esses dias e ontem à noite eu lembrei um pouco mais de você, ou da gente, e vi que era hora de vim falar com você.

Enquanto ela fala, eles se aproximam. É visível o nervosismo em ambos. Bruna continua falando, monologo rico e completo, daqueles que minha mente limitada de homem não consegue reproduzir. Perdon.

“Por um tempo o amor funciona por si só!” Afirmaria algum especialista em sentimentos se referindo a essa cena que findou com um beijo. É (!) eles se beijaram. Sabe aquele beijo que ninguém consegue apontar quem começou? Foi exatamente assim.

Como a vida não é um conto de fadas, e os episódios em nossas vidas são cheios de desacertos, talvez Arthur tentasse protagonizado mais um. Arthur corta o afeto no meio e se afasta da menina lamentando.

- Desculpa.

- Estou grávida!


Fim(?).

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