segunda-feira, 29 de julho de 2013

Poemas dispersos, displicentes e despretenciosos

Por querer-te de vez em quando
Fui condenado a querer-te sempre
E por querer-te sempre
Fui condenado a viver querendo te esquecer
E por querer te esquecer
Fui condenado a sempre lembrar
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O orvalho
Deixou meu cabelo molhado
Fiquei quase gripado
E ela não se apaixonou
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Desamor
diz a dor
que a mim
esqueça.

6 comentários:

  1. Puta-que-o-pariu...

    Bons, cara!

    O primeiro, dialético... é assim mesmo, o desejo, o amor e os seus parentes.

    O segundo me lembrou os grandes dos poemas curtos, tipo Leminsky - muito elogioso isso! hehehe

    O terceiro, eu queria ter feito!

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  2. Boa Edu, Desamor é bem isso mesmo. Bastante sucinto e direto. Parabéns!

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  3. Ai, ai...desamores, dissabores, divagações despretensiosas.
    Muito bom!

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